
Foi uma tarde bem passada, a de ontem. Parece-me que o Record Store Day atraiu uma mão cheia de pessoas às lojas de discos indepedentes de Lisboa – a Flur, por exemplo, estava cheia e com muitas pessoas à porta.
Música que não sai da cabeça

Foi uma tarde bem passada, a de ontem. Parece-me que o Record Store Day atraiu uma mão cheia de pessoas às lojas de discos indepedentes de Lisboa – a Flur, por exemplo, estava cheia e com muitas pessoas à porta.

Preparo-me para sair de casa para dar um salto às lojas de música lisboetas que aderiram este ano ao Record Store Day.
O MyWay continua a engordar o catálogo. Depois do acordo com a The Orchard, o concorrente do Cotonete passa a dispor agora também do catálogo da Sony Music Entertainment. Contas feitas, parece que o MyWay já tem à volta de 5 milhões de música.
Continuar a ler “MyWay continua a acrescentar músicas ao catálogo”
Hoje dei por mim a pensar que, se uma banda ou um artista só fazem boa música quando estão mal, prefiro que não resolvam os seus problemas e continuem a entreter-me.

Não tenho ouvido outra coisa nos últimos dias e, até ver, não me apetece mudar.
Os Stars são das bandas mais overlooked que conheço. Fazem boa indie pop, daquela singela e macia, mas vivem na sombra dos Broken Social Scene (Amy Millan e Torquil Campbell fazem parte da banda).
Parece que o MyWay celebrou um acordo com a The Orchard no sentido de disponibilizar mais 1,5 milhões de músicas, o que, se as contas não me falham, significa que o site mais que duplica assim a sua oferta. Muito bem.
Parece que o Manuel Moura dos Santos é mesmo o Simon Cowell português. Já era o júri dos Ídolos mais “carismático” (muito entre aspas, muito entre aspas!) em Portugal. Agora – e tal como Simon Cowell – celebrou um acordo com a Sony Music para que esta major edite a música feita pelos artistas da MS Management e da 100% Booking, empresas de Manuel Moura dos Santos para as áreas de management e agenciamento.
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Confesso que não estava totalmente convencido de que assim seria mas o concerto dos Yo La Tengo na Aula Magna foi excelente. Esquizofrénicos q.b. – passam do pós-punk cheio de feedback à Sonic Youth para a mais leve pop do mundo sem grandes constrangimentos – e dotados de uma energia inesgotável, os Yo La Tengo demonstram porque é que, apesar de nunca terem sido um sucesso comercial, já andam nisto há mais de 25 anos e ninguém lhes pede que parem.
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Ela e ele estão de volta. A dupla maravilha constituída pela espectacularmente linda Zooey Deschanel e pelo – er – simpático M. Ward estão a preparar-se para lançar um novo álbum e se for tão bom como o primeiro estamos muito bem. Dêem uma vista de olhos no vídeo de “In The Sun”.
Sei que não acrescento muito mas Mark Linkous, o homem por trás dos Sparklehorse, suicidou-se e “Homecoming Queen” faz hoje mais sentido do que nunca.
Com cerca de um mihão de músicas para ouvir online, este mês nasceu o MyWay. E o que é o MyWay?