Mudei de opinião sobre a Amazon

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Já escrevi e falei imensas vezes sobre a Amazon.

Enquanto cliente, nunca tive razões de queixa. Bons preços, boa gestão da relação com os clientes, uma experiência em loja bem acima da média, um bom sistema de classificação dos produtos (que, como é sabido, vive do feedback dado pelos próprios utilizadores) e um mercado bem regulado para outros vendedores são algumas das características deste gigante do retalho que tenho referido ao longo do tempo em conversas com amigos e em artigos por aqui.

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Fnac vs. Amazon: o custo do meu top de álbuns de 2012

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Há pouco mais de três anos, fiz uma comparação de preços entre a Fnac e a Amazon do Reino Unido motivada por uma visita à secção de pechinchas desta. Com discos a custarem €3,95, seria certamente difícil para a Fnac bater o preço da Amazon – algo que se confirmou a níveis quase chocantes.

Num início de ano marcado pela quase certa falência da HMV – a maior cadeia de lojas de música do Reino Unido – e inspirado por um artigo que li hoje no Guardian, decidi revisitar este tema, desta feita com música mais recente – a dos meus 10 álbuns favoritos de 2012.

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O preço dos downloads

Num esforço para roubar quota de mercado ao iTunes, a Amazon baixou o preço de uma parte significativa dos singles do seu top 100 para mais ou menos 47 cêntimos – metade do preço praticado pela loja da Apple. A Amazon está a suportar os custos desta redução sozinha, já que continua a pagar o mesmo às editoras. O objectivo é mesmo atrair clientela.

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