Apple Music: subscrever ou não?

Apple Music

Apple Music foi lançado a 30 de junho em 100 países e, como seria de esperar, Portugal não ficou de fora. A surpresa? O preço do serviço é o mesmo que o do Spotify Premium: €6,99 por mês. No mínimo, demonstra que a Apple fez algum trabalho de casa e teve em conta especificidades de alguns mercados (o Apple Music e o Spotify custam menos três euros em Portugal que no resto da Europa). Mas é preciso não esquecer que não tem uma modalidade gratuita como o Spotify, o que pode fazer toda a diferença para utilizadores que ainda não estejam a bordo do streaming.

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O preço dos downloads

Num esforço para roubar quota de mercado ao iTunes, a Amazon baixou o preço de uma parte significativa dos singles do seu top 100 para mais ou menos 47 cêntimos – metade do preço praticado pela loja da Apple. A Amazon está a suportar os custos desta redução sozinha, já que continua a pagar o mesmo às editoras. O objectivo é mesmo atrair clientela.

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A Apple apresentou o Ping e eu acho que não quero saber

ping

Pronto, agora é o Ping. Depois do relativo insucesso do Genius, uma ferramenta relativamente interessante que a Apple decidiu introduzir no iTunes há algum tempo, a Apple vira as agulhas para a vertente social da música. O objectivo? Vender mais música, claro está. E lançar as bases para os outros tipos de produtos (aplicações, filmes, séries, livros), fomentando igualmente as vendas.

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Apple fecha Lala. E agora?

O Lala vai fechar. Esta loja, que contava com um serviço de partilha de playlists feitas pelos utilizadores, tinha sido comprada pela Apple em Dezembro. Agora, menos de 6 meses depois, sabe-se que o Lala permanecerá activo apenas até 31 de Maio.

Apesar de nunca ter visto grande utilidade no serviço – para mim, está claro -, esta decisão da Apple provoca-me alguma comichão. Assim de repente, há duas hipóteses, uma mais preocupante que a outra.

A primeira prende-se com a eventual criação de um iTunes com acesso via web/cloud/whatever e é a que faz mais sentido. A Apple compra o serviço, fica com o know-how e desfaz-se da marca Lala. Passados uns meses, lança novas funcionalidades no iTunes, um iTunes.com e mais uma série de coisas que foi buscar ao Lala. E pronto, isto faz sentido e é uma forte hipótese.

A segunda é menos provável mas mais assustadora: a Apple compra o Lala para acabar com ele, por motivos concorrenciais. Seria isto. Esperemos que não se concretize. Seria muito mau sinal.