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Música, indústria e tendências

Assim é fácil ser feliz em Paredes de Coura

Quando falo de festivais, tenho de falar de expectativas. E deixem-me ir direto ao assunto: há já uns anos valentes que um festival não superava assim as minhas expectativas. Tive de regressar a Paredes de Coura para isso acontecer… mas assim que lá cheguei tornou-se tão fácil que parece impossível.

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11 concertos a não perder em Paredes de Coura

Amanhã começa o Vodafone Paredes de Coura e eu hei de andar por lá entre quinta e sábado, que isto de começar festivais a uma quarta-feira é muito bonito quando se anda na escola ou se tem férias para gozar mas não quando temos simplesmente de trabalhar.

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As loucuras veraneantes de Lana Del Rey

“Video Games”. Foi o quanto bastou para que Lana Del Rey se convertesse num ícone indie instantâneo. Mas esse estado de graça durou o tempo de Born to Die começar a circular e perceber-se que a rapariga cool vintage melancólica tinha um piquinho a azedo, um lado betinha fútil lasciva, com piscadelas de olho descaradas ao universo hip hop.

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Eis um dos melhores álbuns do ano

Não é suposto o segundo álbum ser o mais difícil de todos?

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As 20 melhores músicas dos Wilco

Os Wilco podem ter acabado de editar um álbum uns furos abaixo daquilo a que nos habituaram mas seriam precisos muitos mais álbuns (e muitos mais furos abaixo) para apagar os maravilhosos 20 anos de música que a banda de Chicago nos deu.

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Star Wars, o álbum-surpresa dos Wilco

Os Wilco decidiram fazer-nos uma surpresa e lançaram um álbum sem aviso prévio. Em troca de um endereço de correio eletrónico, os Wilco deram-me Star Wars, uma bonita pintura de um gatinho e 11 novas músicas. De borla, amigos. E diz que é por tempo limitado.

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As novas músicas de Bon Iver e a minha relação com a banda

Isto é inexplicável. Os Bon Iver deram um concerto, tocaram duas músicas novas e… são ambas incrivelmente boas. Mas o que raio tem a água para aqueles lados? Tudo o que Justin Vernon faz com os Bon Iver parece saído de uma espécie de Olimpo musical.

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Um dia no Super Bock Super Rock por Florence and the Machine

Não sou um fã de festivais de Verão, mas ninguém diria. Depois de a 10 de julho ter rumado ao Passeio Marítimo de Algés, neste Sábado andei pelo Parque das Nações. Porquê? Bom, tive de ir ao NOS Alive por causa dos Future Islands e não podia não ir ao concerto de Florence and the Machine no Super Bock Super Rock. Fui, mas com sacrifício pessoal, tentando agarrar-me à excitação de ver músicos que me dizem tanto para apagar a má expectativa do que teria de suportar para vê-los. Mas às vezes somos surpreendidos.

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Apple Music: subscrever ou não?

O Apple Music foi lançado a 30 de junho em 100 países e, como seria de esperar, Portugal não ficou de fora. A surpresa? O preço do serviço é o mesmo que o do Spotify Premium: €6,99 por mês. No mínimo, demonstra que a Apple fez algum trabalho de casa e teve em conta especificidades de alguns mercados (o Apple Music e o Spotify custam menos três euros em Portugal que no resto da Europa). Mas é preciso não esquecer que não tem uma modalidade gratuita como o Spotify… o que pode fazer toda a diferença para utilizadores que ainda não estejam a bordo do streaming.

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Carta de amor ao melhor álbum dos Broken Social Scene

Todas as grandes bandas têm problemas. E quanto mais pessoas tiverem, mais problemas há. Só assim se justifica o hiato prolongado e intencional dos Broken Social Scene, uma das melhores bandas que o Canadá nos deu. E é no Canadá que continuam a interromper o hiato para dar concertos ocasionais: desta vez vão tocar a 18 de julho no Pemberton Music Festival. Continuam, portanto, a dar-nos esperança.

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