Ouve-se

Música, indústria e tendências

Hold me closer, tiny dancer

Tenho uma grande dívida por pagar a Cameron Crowe, escritor e realizador de Quase Famosos.

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A propósito dos 20 anos de The Bends

Cheguei tão tarde aos Radiohead que é embaraçoso. Estávamos no final de 2003, Hail To The Thief já andava na rua há algum tempo e o resto dos álbuns nem se fala. The Bends, que foi editado há coisa de 20 anos, na altura já levava mais de oito nas costas.

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Uma visita à casa na Islândia que MAHOGANY criou

O Duarte é a modos que um amigo da casa. Tem dois artigos publicados por aqui e, se tudo correr bem, a coisa não ficará por aí. Além disso, percebi a determinada altura que ele estava a preparar um álbum. Bem, percebi porque ele me disse e me mostrou uma música. E sabem que mais? O que ele me mostrou era bom.

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Um início de ano cheio de boas compras

Dos últimos dez anos, 2014 deve ter sido aquele em que menos dinheiro gastei em discos. Gastei noutras coisas, diminuí despesas e encolhi-me com a crise – viva Portugal, certo?

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O fim e o regresso em Vulnicura

O fim. Como lidar com o fim de uma relação? Há quem se inscreva em ginásios, quem faça viagens espirituais, quem aproveite todas as oportunidades para se divertir, para conhecer pessoas novas, para não pensar. Há quem curta a fossa, quem descubra recantos negros na sua alma, quem se isole do mundo lambendo as suas feridas. E, como Matthew Barney dolorosamente descobriu, há quem escreva álbuns e torne os seus lamentos em hinos cantados por milhões de pessoas em todo o mundo. Assim se cumpre o ritual ancestral e do fim gera-se o começo, nascendo Vulnicura.

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Sleater-Kinney, um vício inesperado

Apesar de gostar bastante de The Woods, o último álbum que as Sleater-Kinney editaram antes de entrarem num eufemista hiato por tempo indeterminado, não fiquei propriamente em pulgas quando soube que iam voltar e que vinha aí novo álbum. Mas lá decidi, há uma ou duas semanas, que ia ouvir No Cities To Love.

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Uma loja de discos em LEGO

Isto pode não parecer mas é sobre música. Bem, mais ou menos. Há um projeto no site LEGO Ideas que tem como objetivo a comercialização de uma construção muito especial: uma loja de discos.

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I had your sweet tunes to play

Strand of Oaks, o projeto de Timothy Showalter que acabou 2014 com um álbum no pódio dos melhores do ano do Ouve-se, continua a rodar bastante por aqui – e muito graças à fantástica “JM”.

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Os melhores álbuns de 2014

Este é o terceiro de três posts sobre o melhor da música em 2014.

O ano não foi mau mas confesso que não me apaixonei por tantos álbuns novos como gostaria. Quando não me soa mal, soa-me quase tudo a mais do mesmo… Acho que estou a ficar velho.

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A magia do Natal…

… é ter os The National como enfeites de Natal numa árvore do Bob’s Burgers.

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