Desportugalidade

Numa altura em que se fala muito de bandas rock portuguesas como Os Golpes e os Pontos Negros, não consigo deixar de pensar que a atenção que se dedica aos diferentes projectos nacionais é um tanto ou quanto arbitrária (ou pior, é um tanto ou quanto suja).

Sobre os álbuns conceptuais

Tenho pensado muito em álbuns conceptuais. Inicialmente, foi por causa de Hombre Lobo, o novo álbum de Eels. Esta faceta da banda levou-me a dois outros álbuns: Blinking Lights and Other Revelations e Electro-shock Blues. Os temas pouco interessam para aqui – ainda que ambos me atraiam especialmente, o que é bastante mórbido. Hoje, interessa-me a ideia.

Eels e o lobisomem

O novo álbum de Eels já está na rua e não consigo deixar de pensar que podia ser pior… e podia ser melhor. Não é que seja, em si, um meio termo – é antes largo demais para o podermos colocar no saco dos fraquinhos, no dos medianos ou no das obras-primas.

Wilco (o álbum)

O novo álbum dos Wilco está a deixar-me ansioso pelo concerto do próximo domingo. Ainda nem sequer comprei bilhete – espero que ainda haja – mas estou a pensar fazê-lo brevemente. Já queria fazê-lo mas Wilco (The Album) fez-me querer mais.

Morrissey com atraso

O último álbum do Morrissey não me caiu no goto à primeira. Ou melhor, caiu-me como o “mais do mesmo” que é. O problema aqui é que eu nem sou um grande fã dele. Deixei passar uns dias e ouvi-o novamente. Soou melhor. E isto foi há um ou dois meses. Agora digo com segurança […]

It’s Blitz! e pronto

Não tenho muito a dizer sobre o novo dos Yeah Yeah Yeahs, confesso. Ao vivo, Karen O e companhia são uma banda de topo. Em álbum, acabam por, na generalidade, me passar ao lado. Claro que há excepções e tal… mas apenas servem para confirmar a regra. E a regra na minha relação com os […]