As melhores canções de 2013

Volcano Choir

Este é o segundo de três posts sobre o melhor da música em 2013.

Ao contrário do que vinha acontecendo nos últimos anos, ouvi mais música nova do que é habitual em 2013 – obrigado, Spotify. E apesar de continuar a ser difícil encontrar as coisas boas que o mundo da música tem para mim, este ano acabou por ser particularmente feliz em termos de canções. Se me perguntarem, as 10 melhores canções de 2013 são as que se seguem…

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Os melhores concertos de 2013

Blur no Primavera 13

Este é o primeiro de três posts sobre o melhor da música em 2013.

2013 não foi o melhor ano de sempre em termos de concertos. Pelo menos, não para mim. Vi muitas coisas que queria ver mas basta olhar para o meu top 5 do ano passado para perceber que, com sorte, talvez o primeiro lugar desta lista lá entrasse.

Ainda assim, não me posso queixar. Vi pela primeira vez artistas como Neko Case, Explosions In The Sky, Grizzly Bear, Built to Spill, Titus Andronicus ou Deerhunter, e revi Yo La Tengo, Nick Cave e os meus queridos The National. Já tive anos piores.

Mas vamos ao que interessa. Fiquem com os melhores concertos de 2013…

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Daughter em Lisboa: é para voltar, certamente

Daughter - Mexefest

Os Daughter tocaram este sábado no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e eu não poderia ter deixado de lá estar, mesmo estando incluídos no alinhamento do Vodafone Mexefest. A edição deste ano do festival era das menos interessantes e relevantes dos últimos anos (incluindo os tempos em que se chamava Super Bock Em Stock, claro). Além disso, não aprecio especialmente o modelo do festival, que vive das pessoas saltarem de uma sala para outra, não havendo quaisquer garantias de que se consiga ver realmente uma banda ou um artista que se queira ver. É a Vogue Fashion Night Out disfarçada de festival de música… e é pouco sobre a música. Não sou fã.

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5 artistas sem hype que deviam ouvir agora

vinyl

Este artigo foi publicado originalmente no Strobe.

Há uns dias falava com um colega de trabalho sobre música, cinema e videojogos. Discutíamos sobre como algumas pessoas fazem da contracorrente um modo de vida quando, a determinada altura, ele me disse que eu era uma dessas pessoas. Ele dava a entender que, quando uma coisa fica conhecida, eu deixo logo de gostar. Indignei-me, como é óbvio.

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Se o arrependimento matasse: 6 canções que foram más decisões

se-o-arrependimento-matasse-6-cancoes-que-foram-mas-decisoes

Este artigo foi publicado originalmente no Strobe.

Todos temos dias maus. Nuns dias acordamos maldispostos, noutros vamos azedando à medida que as horas passam. E às vezes não há outro remédio senão aguentar os golpes que nos vão desferindo ao longo do dia e esperar que o dia seguinte corra melhor.

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The National em Lisboa: precisamos de concertos de 3 horas

Lá fui eu à Meo Arena ver os The National pela sexta vez. Nos últimos dias, andava com uma dúvida a ocupar-me o pensamento: será que são demasiados concertos? Ou seja, será que eles ainda têm alguma coisa de transcendental para dar a um fã dedicado que já os viu fazer coisas maravilhosas?

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Local Natives em Lisboa: melhor era difícil

Local Natives ao vivo

Assim que o concerto dos Local Natives na sala TMN ao Vivo foi anunciado, decidi que iria vê-los. Hummingbird é um dos meus álbuns favoritos do ano e o concerto que eles deram no Optimus Primavera Sound em maio tinha sido excelente, portanto era apenas lógico que os visse desta vez em nome próprio, numa sala e em Lisboa. Então lá fui eu.

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Coisas velhas: “Make Your Own Kind Of Music”

cass

Mama Cass cantou uma canção digna de um Festival da Eurovisão e eu adoro-a por isso.

Não foi assim há tantos anos que me cruzei com “Make Your Own Kind Of Music” pela primeira vez. Estávamos em 2005 ou 2006 e eu estava em casa de um amigo a ver o início da segunda temporada do Lost.

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Para a lista de coisas que deviam ouvir: Radical Face

Radical Face - Family

De vez em quando, cruzo-me com Radical Face. A primeira vez que o fiz foi há uns 5 anos, já não sei bem como. Desde então, tenho mantido uma distância confortável que me permite pouco mais do que recordar-me de que existe um tipo chamado Ben Cooper que tem um projeto chamado Radical Face… e que aquilo até é giro.

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