Numa nota mais pessoal – à descoberta de Elliott Smith

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Todos os anos é a mesma coisa. Há sempre alguma novidade antiga, alguma revelação, alguma epifania que me faz questionar os meus métodos de pesquisa de música. Em vez de resoluções para o novo ano, tenho resoluções de anos antigos. Este ano, pela ocasião do 10º aniversário da sua prematura morte, Elliott Smith entrou definitivamente na minha vida.

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Descobrir música por acaso

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No que a descobrir música diz respeito, tenho algumas técnicas mais ou menos bem definidas. Entre as várias ferramentas de descoberta que o Spotify disponibiliza, os artistas recomendados do Last.fm, as notícias e críticas dos principais sites de música e as recomendações feitas por amigos, acho que tenho uma rede bastante bem montada. Aliás, parece-me seguro dizer que só não conheço mais música porque sou um tanto ou quanto preguiçoso e tendo a tornar os meus artistas e bandas preferidos em objetos de obsessão.

Há, no entanto, uma ferramenta de descoberta musical que normalmente não identifico enquanto tal: o acaso. Bem sei que chamar-lhe ferramenta pode ser abusivo, mas deixem-me explorar o tema.

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