Descobrir música por acaso

ESmith

No que a descobrir música diz respeito, tenho algumas técnicas mais ou menos bem definidas. Entre as várias ferramentas de descoberta que o Spotify disponibiliza, os artistas recomendados do Last.fm, as notícias e críticas dos principais sites de música e as recomendações feitas por amigos, acho que tenho uma rede bastante bem montada. Aliás, parece-me seguro dizer que só não conheço mais música porque sou um tanto ou quanto preguiçoso e tendo a tornar os meus artistas e bandas preferidos em objetos de obsessão.

Há, no entanto, uma ferramenta de descoberta musical que normalmente não identifico enquanto tal: o acaso. Bem sei que chamar-lhe ferramenta pode ser abusivo, mas deixem-me explorar o tema.

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Sair ou não do Spotify, eis a questão

Muito se tem falado nas últimas semanas da relação entre o Spotify e os novos artistas, a propósito da decisão tomada por Thom Yorke e Nigel Godrich de retirarem The EraserAMOK e Ultraísta do conhecido serviço de streaming. O vocalista e o produtor dos Radiohead, agora juntos também nos Atoms For Peace, decidiram seguir este caminho porque os novos artistas, segundo eles, não recebem dinheiro nenhum do Spotify.

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Um maravilhoso mundo novo para a música

Este artigo foi publicado originalmente no blog do Upload Lisboa.

Já todos sabemos o que aconteceu à indústria da música nos últimos 15 anos. A web deu-nos acesso a mais música, deu-nos a conhecer artistas que nunca chegariam aos nossos ouvidos de outra forma… mas também trouxe muitas dores de cabeça às editoras, sobretudo graças ao advento do P2P, já que, na altura, a indústria não estava especialmente atenta à Internet ou interessada em inovar.

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